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Link Interno Doces e Amargos de Boca
2009

Doces e Amargos de Boca

Esta mostra, patente no Mosteiro de Santa Maria de Almoster, durante as Jornadas Europeias do Património em 2009, apresentou uma Breve história do açúcar (desde a origem da cana-de-açucar à sua utilização na culinária), assim como um enquadramento histórico da doçaria conventual e da tradição doceira dos mosteiros femininos.

 

 
   


"As monjas do Mosteiro de Santa Maria de Almoster tinham as suas dádivas obrigatórias e assim em certas épocas, como na Festa do Corpo de Deus, era costume ver a criadagem do mosteiro azafamada com o transporte das bandejas guarnecidas de doces, na missão de dar cumprimento à etiqueta conventual.

Frequentemente, porém, nos livros de receitas e despesas do mosteiro consta a aquisição de amêndoas, ovos e açúcar para «mimos» e «presentes», sendo numerosas as referências em que os «aliviadores» foram presenteados com «papeliços de doce». Facto que demonstra que, tal como em outros mosteiros femininos, em Almoster os doces se faziam em momentos festivos (para consumo interno ou para retribuir os benfeitores), mas também no quotidiano, sem preconceitos de custos.

A doçaria fazia parte de um estilo de vida e não de uma sobrevivência."

 

Do pecado da gula

Sumariamente em quatro partes o pecado da gula se pode partir.

Primeira, que hora razoada, conveniente ou ordenada para comer ou beber não quer aguardar.

Segunda, que o ventre de comer ou beber deseja sobejamente de encher.

Terceira, que viandas e beberes estremados cobiça sempre de usar.

Quarta, que sobejamente com grande folgança e glória faz comer e beber para elo perceber e aparelhar.

D. Duarte, Leal Conselheiro


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01.10 | 31.12 de 2018
Exposição Bianual da Coleção de Arte Contemporânea 'Manuela de Azevedo'

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