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Link Interno Azul(V)ejo - Séc. XVII/ XVIII (monocromático)
Outubro 2013 | Janeiro 2014

Azul(V)ejo - Séc. XVII/ XVIII (monocromático)

O século XVII dá ao revestimento cerâmico um novo sentido e uma nova escala, com o surgimento dos, "azulejos de composição", enxaquetados e de padrão. Estas novas técnicas beneficiaram do desenvolvimento tecnológico do azulejo em Itália e nos Países Baixos, onde foram divulgados os motivos decorativos maneiristas e os temas da Antiguidade Clássica. Para Portugal fizeram-se encomendas na Flandres e a fixação de ceramistas flamengos em Lisboa propiciou o início de uma produção portuguesa a partir da segunda metade do século XVI. Nas igrejas e nos palácios da nobreza passam a ser aplicados modelos flamengos de circulação internacional, utilizados por pintores de azulejo que realizam composições monumentais, feitas com saber erudito de Mestres em desenho e pintura. Em qualquer destas utilizações era essencial o uso de cercaduras e barras para uma eficaz integração nos contornos das arquiteturas. Para além dos grandes painéis figurativos, chegaram-nos também dos Países Baixos azulejos comuns, chamados de "figura avulsa", cada um representando uma cena autónoma, produção intimista própria ao gosto holandês, mas aplicados em Portugal de acordo com a nossa tradição, com molduras pintadas no azulejo. 

   

A última das três mostras programadas para o ano de 2013, centrou-se, assim, na azulejaria dos séculos XVII e XVIII e pretendeu dar a conhecer um conjunto de azulejos do acervo municipal, assim como alguns azulejos de figura avulsa provenientes do Antigo Hospital de Jesus Cristo.


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Câmara Municipal de Santarém

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