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Abril 2014 | Junho 2014

Metal que (nos) mata

Tendência intrinsecamente biológica, a guerra e a arte de guerrear tem acompanhado a história da Humanidade, orientando parte dos seus esforços para o desenvolvimento e fabrico de armas. A utilização do metal no fabrico de armas e utensílios foi, neste contexto, a primeira grande revolução, permitindo o aparecimento das armas brancas (espadas, lanças, facas, pontas de flecha, etc.), mais eficientes para a caça e defesa. Com o desenvolvimento desses grupos surge a função específica de defesa do grupo, concedida aos mais bravos e corajosos, surgindo, dessa forma, os exércitos, que mantém sua função até os dias de hoje.

A invenção da pólvora pelos chineses, no século XII e a sua introdução e desenvolvimento do seu uso na Europa, após a Idade Média, foi a segunda revolução no armamento. Surgiram então as armas de fogo ( canhões, mosquetes e pistolas), que conseguiam lançar projéteis a velocidades e a distâncias antes inimagináveis.

            

                                       

Enfim, as armas, verdadeiros instrumentos de morte, paulatinamente aperfeiçoados, desde a Pré-História, visam, em última instância, garantir o frágil equilíbrio das potências, legitimar a autoridade compulsiva dos Estados, camuflar a subtileza do determinismo que condiciona os comportamentos coletivos e individuais. "Morre-se apenas uma vez, mas por tanto tempo!", dizia Moliére.


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01.10 | 31.12 de 2018
Exposição Bianual da Coleção de Arte Contemporânea 'Manuela de Azevedo'

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